quinta-feira, 1 de maio de 2014

ELVIS PRESLEY E OS FILMES!

Elvis era um artista completo: cantor, ator, produtor (desde o início era Elvis quem ditava as regras dentro do estúdio) o produtor mesmo Steve Sholes da RCA, muitas vezes já se dava por satisfeito durante as gravações, mas Elvis se cobrava e um dos primeiros sinais do perfeccionismo de Elvis seria em Hound Dog, trinta tomadas (takes). Nos filmes, Elvis dava tudo de si, pois não queria ser o cantor que também fazia filmes e sim, queria ser reconhecido como ator. Ah, os filmes de Elvis? Nem me venha com aquele papo de: Ah, sim! Eu assistia muito na Sessão da Tarde. Muito menos com a blasfêmia de dizer: Eu vi todos os filmes do Elvis, passava na Sessão da Tarde! Bom, goste você ou não dos filmes, Elvis foi sim refém do Coronel Parker, ficou confinado em Hollywood e os filmes estão aí. Os filmes de Elvis eram tranqueiras cinematográficas? Elvis era um péssimo ator? Perdeu a noção do perigo, rapá?
Sim, sou fã de Elvis e defendo-o até o último segundo.
Elvis era do tipo de ator que decorava além do seu papel, o papel, as falas de todas as personagens, não apenas o papel dele. Isso já mostra o quanto ele era comprometido com os filmes. Elvis era um grande fã de cinema. Para Elvis foi muito importante em seus primeiros filmes conhecer os atores e atrizes que transitavam pelo set de filmagens. No filme “Elvis O Início de Uma Lenda” de 2000, mostra uma cena curiosa no set de filmagens de “Love Me Tender” um Elvis humilde acima de tudo, junto com o pai e a mãe e maravilhado com os atores que por lá via. Nem sempre os atores e atrizes já (estabelecidos) teriam a mesma cordialidade com Elvis. Provavelmente pensavam: Mas o que é que esse cara tá fazendo aqui? Ainda sobre “Love Me Tender” é preciso dizer que Elvis não queria cantar música alguma no filme.
Para toda a indústria cinematográfica que duvidara de Elvis, para os amantes do cinema que até hoje falam com desdém dos filmes de Elvis, para quem tem problema que não permite entender os filmes de Elvis, um XUPA em letras maiúsculas! Os filmes de Elvis foram sucesso de bilheteria, as trilhas sonoras venderam e tudo que é fã tem que ter os filmes. Em G.I.Blues por exemplo existe uma grande referência a um aspecto que vemos bem de perto hoje em dia, não vou mencionar o quê exatamente, mas o leitor e fã entenderá. Na cena em que Elvis canta a canção “Doin´The Best I Can” em um night club, um dos soldados visivelmente descontente vai até a jukebox e coloca de Elvis Presley “Blue Suede Shoes”, que por sinal lembra um pouco a versão do compositor Carl Perkins, embora eu prefira a versão explosiva de Elvis. Outro soldado adverte: Ele está cantando! O outro diz: E daí? Quero o original! Uia, mensagem subliminar antipirataria de Elvis num filme no início dos anos 60?



Aliás, não é apenas no G.I. Blues que somos presenteados com a presença de Juliet Prowse, ela aparece também no filme That´s The Way It Is, chegando para assistir o show em Las Vegas. Fora as conexões Elvis/Dean Martin/Jerry Lewis que estou montando para uma postagem em breve. Mais uma particularidade. Em Double Trouble, quando Elvis vai conhecer o tio da garota rica e amuleto de encrenca, Elvis admira um quadro de uma bela casa, que lembra muito bem a sua própria mansão Graceland. 




Em “It A Happened World Fair” Elvis é golpeado na canela, sem dó por Kurt Russel ainda moleque. Referência também em “Viva Las Vegas” a capital mundial do jogo, das apostas, uma referência à sua volta triunfal aos palcos em 1969 e onde se firmou por completo na década de 1970? Seria uma restituição daquele bolo de dinheiro levado pelo ralo da piscina enquanto ele tentava marcar um qualquer coisa com a Ann? Isso é só uma amostra do que existe nos filmes de Elvis para ser decifrado, pouco a pouco vamos falando de cada um dos 33 filmes. Já falamos aqui do That´s The Way It Is de 1970, filme e documentário.

A seguir uma lista dos filmes estrelados por Elvis
Fonte Wikipédia.

Nome
Data
Personagem
Comentários
Dr. John Carpenter
Último filme de Elvis lançado no começo de 1970.
Walter Hale
Jess Wade
Único filme onde Elvis não canta nenhuma canção em cena, além de usar barba.
Greg Nolan
Steve Grayson
Contracena com Nancy Sinatra.
Joe Lightcloud
Scott Heyward/Tom Wilson
Guy Lambert
Ted Jackson
Mike McCoy
Rick Richards
Johnny
Johnny Tyronne
Lonnie Beale
Rusty Wells
Charlie Rogers
Talvez seu último grande sucesso de público, tanto nas bilheterias quanto na trilha sonora e também de crítica.
Lucky Jackson
Considerado um de seus melhores musicais. Um verdadeiro marco em sua carreira cinematográfica.
Josh Morgan/Jodie Tatum
Elvis faz dois papéis - gêmeos, um de cabelos escuros e outro de cabelos claros (peruca).
Mike Windgren
Contracena com Ursula Andress, a primeira bond girl.
Mike Edwards
Pequena aparição de Kurt Russell, então com 10 anos.
Ross Carpenter
Walter Gulick
Terceira refilmagem de Kid Galahad, uma inclusive tendo como ator Humphrey Bogart em 1937.
Toby Kwimper
Chad Gates
Talvez o seu maior sucesso de bilheteria. O LP da trilha sonora do filme foi o LP de maior venda de Elvis.
Glenn Tyler
Pacer Burton
Só canta uma canção em cena. Participação de Barbara Eden, de Jeannie é um Gênio. Esse é um de seus trabalhos mais elogiados.
Tulsa McLean
Danny Fisher
O filme foi primeiramente oferecido a James Dean, mas devido a sua morte foi cancelado o projeto. Participação de Walter Matthau. É considerado um dos melhores filmes de Elvis Presley.
Vince Everett
Entrou para o Registro Nacional de Filmes dos EUA no ano de 2004, entrando para a eternidade do cinema americano.
Jimmy Tompkins(Deke Rivers)
Clint Reno
Primeiro filme de Elvis e único em que seu personagem morre.



Baratta

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Elvis Presley - A Vida Na Música - Ernst Jorgensen

Um dia estou eu andando pelo shopping (coisa que não é lá muito o costume do Baratta, mas quando a gente namora, bom deixa pra lá) eis que resolvo entrar numa livraria que vende de tudo agora também né? Enfim, lá fui eu na seção sobre música. Não exatamente uma biografia, mas esse livro já chama atenção pelo nome: Elvis Presley A Vida Na Música de Ernst Jorgensen da editora Larousse.
O livro é de 2010 e trata do assunto música. Sim, as sessões de gravação de Elvis que gravou de 1954 até 1977 pela Sun e pela RCA. Graças a Jorgensen que a obra de Elvis vem sendo resgatada e revelada em toda sua amplitude. Follow That Dream seria um ótimo título alternativo para o livro do autor dinamarquês que seguiu o seu sonho de ter contato extremo com a música e obra de Elvis Presley. Hoje ele trabalha na RCA, é o idealizador de boxes como o “Platinum – A Life In Music”, “The King Of Rock´ n Roll – The Complete 50´s Masters” entre outras. Você gosta dos CDs do selo FTD? Agradeça ao Ernst. Foi ele que deu vida ao selo FTD. Um selo de origem dinamarquesa e que relança vários discos de Elvis com outtakes, versões desconhecidas, praticamente tudo das sessões de gravação, além de gravações de shows, muitos shows. O livro fala das sessões de gravação, para tal, o autor conversou com muitos músicos, produtores, executivos da RCA, pois muitas das fitas originais estavam apenas datadas. Mas e as histórias? O que aconteceu durante as gravações? Como foram as gravações da época da SUN? Porque a fase dos anos 60 é uma das mais ricas para Elvis? Além dos músicos que já conhecemos, quem tocou o contra baixo em (You´re So Square) Baby I Don´t Care? Qual era o horário habitual de Elvis para gravar? Quais as conexões entre as sessões de gravação com a sua biografia, o que Elvis estava vivendo durante a gravação de um disco? Quais as histórias em torno do Aloha From Hawaii? E sobre o Comeback de 1968? Essas e outras respostas e revelações estão contidas nesse livro com preço em média de R$ 60,00.
Pra variar a primeira vez que eu vi esse livro na frente (lógico, o Baratta né?) estava sem dinheiro. Então o que fiz? Sentei no chão da livraria, procurei e li a parte sobre as sessões de gravação do meu disco xodó do Elvis: Elvis Today de 1975. Algum tempo depois acabei ganhando o livro de natal.
Recomendadíssimo e obrigatório a quem é fã ou não é fã de Elvis. O livro é mais do que indicado para músicos ou quem trabalha na indústria da música.
Já li o livro duas vezes, em breve a terceira.
Não deixe de ler.

Texto Baratta

terça-feira, 8 de abril de 2014

Elvis In Concert 1977


Desde a triunfal volta de Elvis aos palcos em 1969, até o seu último show em Indianápolis em 26 de junho de 1977, Elvis nunca parou de fazer shows, foi contínuo. Embora hoje exista bem mais material oficial da década de 70, ainda falta coisa. Mas pensemos no que havia de oficial (cinema e TV) na época. Como primeiro registro, temos o filme “That´s The Way It Is” que marca a volta aos palcos em Las Vegas, um filme e documentário sobre toda a agitação dos ensaios, momentos de backstage, e o show em si. Dois anos depois, é lançado o “Elvis On Tour” que trata das turnês de Elvis naquele período de 1972. Cenas de backstage, correria de uma cidade para outra, entrada, saída do palco, corrida para o carro, recepção dos fãs no aeroporto, gente pra lá de emocionada na plateia, montagem dos equipamentos de som, Elvis e seu momento gospel com banda, um excelente filme. Um ano mais tarde o primeiro show transmitido Via Satélite. “Aloha From Hawaii”. Aclamado no mundo todo, um Elvis bem mais maduro, em plena forma, mostra para o mundo que sim: Um especial emocionante desde a chegada de helicóptero, no palco seus primeiros sucessos, alternados com versão para Something dos Beatles, My Way, What Now My Love, resumindo, um baita show que ainda emociona quem assiste mesmo depois de 41 anos.
Mas, e de 1973 para frente? O que teve de oficial? Infelizmente somente os discos, um ou outro vídeo ainda surge (nos dias de hoje), vale ressaltar, que o show de Elvis em 20 de março de 1974 no Mid-South Coliseum em Memphis, daria um belo registro em vídeo. Mas nem tudo está perdido, o show saiu no disco Elvis As Recorded Live On Stage In Memphis. Disco que aliás completa 40 anos em 2014. Mas apenas só temos o registro em disco. Sabe-se que a TV local na época fez sim algumas filmagens durante o show, agora: eu acredito em minha humilde opinião que não foi veiculado pela TV.
O show de ano novo no último dia de 1976 em Pittsburgh, contido no FTD “New Years Eve” daria outro belo registro em vídeo. Elvis não está tão gordo e inchado como se vê nos últimos registros que falaremos em instantes, ele está mais brincalhão, o som está de primeira. Quem sabe não lançam isso algum dia?
Mas o mundo esperaria por outro vídeo oficial até 1977. Há quem diga que em 1977 Elvis já não vendia tantos discos como antes, que era um astro decadente, que não tinha o mesmo alcance e que (absurdo) somente os fãs mais ardorosos ainda iam a seus shows e isso dito por fãs, orra meu, dói, machuca ler um troço desse. Mas enfim. Estamos aqui pra defender Elvis até o último minuto.
O Especial da CBS
Recentemente li a informação que o Coronel em uma manobra desesperada teria negociado um novo contrato para um show televisivo.
Elvis In Concert, seria veiculado pela CBS. Com o material gravado de dois shows, Omaha em 19 de junho de 1977, e Rapid City em 21 de junho de 1977.
Apesar de Elvis não estar na sua melhor forma, ele dá sim o melhor de si. Elvis tinha um compromisso muito sério com o seu público. Isso é informação de amigos meus que tem ligação e horas e horas de bate papo com os membros da TCB Band. Elvis era um artista assim: O público pagou para me ver e terá o melhor show que eu puder fazer! Ele tinha esse compromisso, ele tinha essa preocupação e respeito com o seu público.
O especial foi focado na última turnê de Elvis. Toda a movimentação de montagem da aparelhagem de palco, retorno, uma equipe dedicada trabalhando para que nada desse errado, os fãs comentando, falando tudo sobre Elvis, muitos fãs inclusive usando o mesmo estilo de corte de cabelo de Elvis por influência, andar igual ao seu ídolo. Diferentemente de hoje em dia de (seres estranhos tentando ser Elvis) o que é um absurdo. Elvis é único.
Pois bem, os fãs comentando, montagem de palco, momentos antes do show onde tudo é comercializado, botons, pôsteres, revistas, pipoca, refrigerante, tudo antes do espetáculo começar. Eis que os primeiros acordes de “Also sprach Zarathustra (Theme from 2001: A Space Odyssey) mostra um Elvis Presley diferente do que estávamos acostumados a ver no Aloha, ou no On Tour, bem distante da forma física do Elvis do Comeback Special, mas ele caminha até o palco entre cortinas seguido dos seus “amigos” da Máfia de Memphis. Joe Esposito ao seu lado, rindo (provavelmente Elvis soltou uma de suas piadas, sempre fazia uma piadinha). Sim senhoras e senhores, ELE SIM É O REI. Uma parada, um gole de água? Refrigerante? Uma olhadinha pro lado, o famoso sorriso cativante e faz uma inflexão como se rezasse antes de entrar no palco. Mr. Ronnie Tutt desce o braço na bateria no riff de abertura e o rei sobe as escadas em direção ao palco. A cena tantas vezes descrita de um início de show de Elvis, flashes, flashes e mais flashes explodindo na escuridão tentando captar um movimento dele, o maior ícone da música de todos os tempos. Em sua fisionomia, ele está parecidíssimo com Gladys, sua mãe. E de repente o vozeirão ecoa pelo local do evento cantando See See Rider, That´s All Right, Are You Lonesome To-night?, que a CBS dá uma baita cortada colocando os fãs comentando. O Medley com (Let Me Be Your) Teddy Bear / Don´t Be Cruel e nesse momento Elvis sai distribuindo suas echarpes mostrando todo o carisma que possui, todo mundo corre para chegar perto ou pelo menos tocá-lo com as pontas dos dedos. You Gave Me A Moutain, um final diferente em Jailhouse Rock, fãs comentando, um entre eles diz: Eu amo esse cara...
How Great Thou Art e Elvis tem um alcance fantástico da voz logo na mudança de andamento da canção. Diga-se de passagem, é a versão do In Concert de 1977 que eu mais gosto. Cenas de fãs chegando de fãs clubes da Inglaterra. Claro, é só um exemplo, pois fãs vinham de todas as partes do mundo. “Early Morning Rain”, rola na apresentação da banda. “I Really Don´t Want To Know”. Na sequência Elvis apresenta seu pai Vernon, sua namorada Ginger Alden e dá tudo de si em “Hurt”, puxa “Hound Dog” como que de surpresa. “My Way” numa das melhores versões que eu já ouvi e “Can´t Help Falling In Love” e trechos de seu pai Vernon falando sobre a carreira e mostrando algumas cenas em Graceland.
O final, um emocionado Vernon direto de seu escritório em Graceland, Vernon mal consegue falar, respira fundo, tenta tirar forças para falar, é de tocar o coração da gente. No escritório estão milhares, talvez mais de um bilhão de cartas para Elvis que tinha falecido em 16 de agosto de 1977. O especial foi veiculado em outubro. Foi lançado um disco duplo com o nome Elvis In Concert contendo algumas poucas gravações do show de Omaha e 80% do material de Rapid City.
Uma breve análise: Dizem que o In Concert nunca foi lançado oficialmente, pois Elvis está com a aparência péssima e isso prejudicaria a sua imagem. O que vemos no In Concert é um Elvis sim diferente fisicamente, visivelmente cansado, mas com um alcance vocal fora dos limites. Elvis está com o carisma de sempre. Elvis não fica parado o tempo todo em um lugar do palco, circula, pode não ter mais os mesmos movimentos do que em 1970, mas prende a nossa atenção o tempo todo.
Tentando resumir (coisa meio difícil quando falamos de Elvis): O especial da CBS é obrigatório para todo o fã, não foi lançado oficialmente em VHS ou DVD, apesar de existirem para baixar, é fácil achar.
Confesso que a primeira vez que vi esse especial, poxa, claro, pensei estar faltando coisa, aí fuça daqui, fuça dali e fico sabendo que eram sim dois shows. Bom e agora pra ter os dois shows? Então, entra em cena: Baratta, O Neurótico!
Telefona daqui, fala com um dali e entro em contato com o saudoso Marcelo Costa, presidente do maior e mais sério fã clube de Elvis Presley de todos os tempos. O São Paulo Elvis Presley Society (SPEPS).
Encomendei com ele o Rapid City em VHS. Nossa! Pra quê?
Mostra Elvis chegando de carro, indo para o camarim, recebendo uma condecoração da cidade, posando pra foto e a cena que deixa todo coração de todo fã estremecer: O caminhar de Elvis Presley para o palco. Até então, já tinha visto cenas reveladoras, nunca vistas antes. Pensa, eu mal tinha o meu primeiro computador, mas enfim, lá estava eu assistindo o Rapid City, onde de repente eu vejo que teve uma falha na See See Rider, logo no início, não, não era a fita, era Elvis e TCB Band que pararam por um instante e continuaram numa boa. Depois o começo da I Got Woman que eu há anos vinha escutando no disco In Concert de outubro de 1977. Opa, comékié? Mais fala? Mais improviso da parte do Elvis, então... Péra, dexovê se eu entendi: No disco tá editado, no especial da CBS nem sombra disso tinha. Sim senhoras e senhores. Não basta ter o Especial da CBS e o disco Elvis In Concert apenas. É preciso ter também o show de Rapid City, Omaha (por mais que todo mundo desça a lenha), o show é maravilhoso, mas de fato em Rapid City, Elvis está bem mais solto.
Isso porque não mencionei o material The Final Curtain – Box com seis DVDs isso, seis creio que da turnê, o lançamento é da Box Car. Mas esse eu ainda vou esperar ter em mãos para comentar.


Show de Omaha – 19 de Junho
Show de Rapid City – 21 de Junho
See See Rider
See See Rider
I Got a Woman / Amen
I Got a Woman / Amen
That´s All Right
That´s All Right
Are You Lonesome Tonight?
Are You Lonesome Tonight?
Love Me
Love Me
Fairytale
If You Love Me (Let Me Know)
Little Sister
You Gave Me A Moutain
(Let Me Be Your) Teddy Bear / Don´t Be Cruel
Jailhouse Rock
And I Love You So
O Sole Mio / It´s Now Or Never
Jailhouse Rock
Trying to Get to You
How Great Thou Art
Hawaiian Weeding Song
Early Morning Rain
(Let Me Be Your) Teddy Bear / Don´t Be Cruel
What´d I Say
My Way
Johnny B. Goode
Early Morning Rain
I Really Don´t Want to Know
What´d I Say
Hurt
Johnny B. Goode
Hound Dog
I Really Don´t Want to Know
O Sole Mio / It´s Now Or Never
Hurt
Can´t Help Falling in Love
Hound Dog

Unchained Melody

Can´t Help Falling in Love


TCB Band 

Guitarra: James Burton
Guitarra: John Wilkinson
Violão: Charlie Hodge
Violão: Elvis Presley
Baixo: Jerry Scheff
Bateria: Ronnie Tutt
Piano: Tony Brown
Piano Elétrico: Bobby Ogdin
Backing vocals: The Sweet Inspirations
Backing Vocals: J. D. Sumner e Stamps
Vocais: Kathy Westmoreland
Vocais: Sherrilll Nielsen

Joe Guercio e Orquestra

A seguir a capa do disco que eu ouvia ontem (isso me motivou a escrever o texto), eu ouvindo o disco de outro ângulo, algumas fotos do show e três vídeos: O do especial da CBS, o show de Rapid City e o show de Omaha. 
Texto Baratta, garimpagem de vídeos Thiago Gonzalez























domingo, 30 de março de 2014

Elvis Presley Day - Por Simone Fernandes

No dia 25 de fevereiro de 1961, foi decretado pelo governador de Tennessee, Buford Ellington, pelo prefeito de Memphis, Henry Loeb, como o dia de Elvis Presley.
Para esse grande acontecimento, foi organizado um grande almoço com duzentos e vinte e cinco convidados - custando 100 dólares o convite.
O almoço foi realizado no 'Claridge Hotel' ao meio-dia. Também neste grande dia, Elvis recebeu um prêmio da RCA, por 75 milhões de discos vendidos. Mais tarde, Elvis fez um show no 'Ellis Auditorium' (lungar onde fez seus primeiros shows em 1957), com o apoio de Scotty, DJ, Floyd Cramer, Randolpher Boots e The Jordanaires, além de Larry Owens Orchestra. Houve também uma matinê e espetáculo à noite.
Elvis vestia um smoking branco e calças pretas. Cantou músicas como: 'Heatbreak Hotel'; 'Love Me'; 'A Fool Such As I'; 'One Night'; 'Doin' The Best I Can'; além do seu sucesso mais recente 'Surrender' e encerrando com 'Houd Dog'.
O show também beneficiou com 51.612 doláres levantados para um grande número de instituições e o 'Elvis Youth Centre', em Tupelo.
Fonte: Os Arquivos de Elvis.
Adaptação de texto: Simone Fernandes.

sexta-feira, 14 de março de 2014

That´s The Way It Is (1970) - O filme!



A primeira lembrança que tenho com relação a esse filme é a primeira vez que vi a capa do VHS na vídeo locadora que eu era sócio e que ficava perto de casa. A foto não foi extraída do filme de 1970,mas o título “Elvis É Assim”, fez o meu amigo ao meu lado pertguntar “ É um filme ou documentário?”, e eu prontamente respondi com toda minha sabedoria: “E eu lá sei?”. 



Eu que conhecia Elvis apenas pelos discos, jamais poderia imaginar cenas como essas vistas nesse filme. Não se trata de um filme do seu período de 9 anos em Hollywood. Elvis brinca, ensaia, ri, bagunça o coreto, tenso em uma noite de estréia de temporada, ao mesmo tempo dando tudo de si, se entregando de corpo e alma, profissionalismo, originalidade e desenvoltura no palco em canções como “Polk Salad Annie”, “Bridge Over Troubled Water”, I Just Can´t Help Belevin” (letra no banquinho, sim! Muito antes de teleprompter de artista preguiçoso.

O filme é um importante filme/documentário que se divide entre ensaios na MGM, no próprio hotel, depoimentos de fãs, reunião de fãs clubes, com banda tocando músicas do Elvis, fãs chegando dos quatro cantos do mundo, depoimento de funcionários da gravadora, do International Hotel, o show, a recepção do público, etc. 



É o filme preferido de muitos fãs. “That´s The Way It Is” mostra Elvis em sua melhor forma, porém não tudo. Algumas sobras desse filme originaram um segundo home vídeo “The Lost Performances” com outtakes do TTWII e On Tour de 72 e uma edição especial em 2001 do TTWII. (em breve faremos uma postagem para esses três títulos). Mas como fã de Elvis sofre, ainda não é tudo. No mercado informal já apareceram “Patch It Up DVD”, (esse estava no you tube até pouco tempo atrás, TTWII Complete Works (10 dvds) isso em vídeo, porque em áudio a quantidade de material pra esse filme é imensa e assustadora.

O disco vamos comentar em outra postagem também.
Esse filme é recomendadíssimo e obrigatório para todo fã de Elvis. Eu usaria esse filme para apresentar Elvis a uma pessoa que ainda não conhece sua obra.
Da minha parte eu asssisti repetidas vezes na casa da minha avó, que tios meus as vezes perguntavam: Mas esse filme de novo? No meu interior eu pensava: Por isso que você é uma bosta de pessoa vazia, sem sal e quando nasceu os anjos devem ter chorado de desgosto. Sim, o sarcasmo ácido já dava os primeiros sinais.

O filme não tem história, não tem roteiro. Provavelmente devem ter chegado para Elvis e dito: “Seja você mesmo!”. Elvis dá destaque a sua banda, a TCB Band, Sweet Inspirations e The Imperials.

TÍTULO ORIGINAL Elvis, That’s The Way It Is
GÊNERO Musical
TEMPO DE DURAÇÃO 107 minutos
DATA DE LANÇAMENTO [EUA] Dezembro 1970
ORIGINAL Colorido
ESTÚDIO Metro-Goldwyn-Mayer
DIREÇÃO Denis Sanders
PRODUÇÃO Herbert F Solow